quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Farei o seguinte: Tentar fugir dos cliches classicos de inicio, mesmo sendo um pouco dificil visto que, aos olhos de quem gosta, nada é batido, nada é brega. Tudo é novo e encharcado de possiveis sorrisos e colicas abdominais de tanto riso e olhos cheios d'agua de graça e de saudade. Muita.
Precisei puxar o ar mais que duas vezes na consolação, atras de mim os vidros do edificio me entregariam, mesmo que de costas, eu refletiria a falta de ar que me ocasionou as horas mais coloridas daquela semana quase cinza.
Quero deixar claro que até então, andava brincando de pintar os minutos com um simples toco de giz de cera comum, opaco, sem graça, até você chegar.
Andava com a paciência em conta gotas e já tinha certeza que o que me restaria era me debruçar em cartilhas de possibilidades.
Prometo tentar ser pra ti o tanto que merece ter.
Prometo te esperar com o peito e os abraços cheios de saudade.
Prometo ser fiel a ti em tudo e até em mais.
Prometo mastigar o tempo se preciso, pra que digira suas dores.
Prometo te esperar pegar no sono pra te assistir sonhando.
Prometo te fazer o mais feliz do mundo, do meu mundo, do nosso.
Prometo fazer certo, para que de certo toda a nova cor no quase tudo cinza que eu tinha.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vó de Cristo.

É chegada a hora de molhar as palavras.
Enquanto você vira o proximo copo, te conto em detalhes, tudo o que eu preciso.
O meu tédio, que brinca de criança com o seu, quase que frequentemente, anda oscilando as quintas feiras.
É incrivel reconhecer cumplices de madrugada, dormir as 5h  pra levantar as 6h30, perder a hora...
Se irritar com o cinzeiro que insisti em virar no sofá, quase toda santa noite, antes do santo sono pra não levantar na hora.
Achar magica a compreensão de um assunto gemeo, sobre as mesmas dores, amores, horrores.
É dificil encontrar alguem que doa junto. Tem gente que tem sorte.
Eu tenho uma! Conheço, conhecia de vista. Assisti tem um tempo, se quiser, falo com ela.
Como me orgulho de mim por não errar em algumas escolhas.
Me incentiva a fala!
Me incentiva a criar!
Me incentiva a artista!
E de bandeija, adota minhas crias como ama, e amamenta e ama.
Da vida a minhas palavras, com data, hora e local, ilustra figurantes na calçada, põe um senhor qualquer na banca de jornal pra alimentar fantasmas em gibis de esquina e imagina um amor impossivel, daqueles com dores e tapas na cara, que no minino a solução, após jogar a cerveja na cara é se atirar frente a um carro ou perdir pra morrer junto, enterrar no mesmo caixão. Mas no mesmo caixão nem deixam.
Me escuta, deixa eu te dizer uma coisa que então. Eu sinto saudades de te ajudar a subir a escada, de te cobrir pra esconder os seios durante a madrugada, de sentar no pé da cama e rir de boca fechada da sua cara de bebada, de pedir pra você rir mais baixo, de gritar é 5h20!!!
E então, nos seus trinta e poucos, bem poucos, em plena quarta feira, você se leia, pelas minhas palavras, cheias de felicidade, de saudade e de Luz.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Antes que eu estacione.


Ando completamente sem paciencia com meus pensamentos.
Ando achando qualquer meia duzia de palavras um absurdo.
Ando me achando estranho.
Ando com vontade de sair.
Ando com vontade de gritar.
Ando com vontade de ficar no escuro.
Ando com vontade de ver o dia nascer de sabado.
Ando com vontade de comer brigadeiro toda noite.
Ando com vontade de fumar um atras do outro.
Ando tendo insonia.
Ando com vontade de encher a cara.
Ando com vontade de gente nova.
Ando com vontade de novos ares.
Ando com saudade de gargalhar.
Ando com vontade de um tempo pra mim, so pra mim.
Ando sem confiança nos outros.
Ando sem confiança nos mesmos.
Ando com problemas pra escrever.
Ando com saudade do meu primo.
Ando com saudade das nossas noites.
Ando com vontade de criar.
Ando com vontade de mudança.
Ando querendo as madrugadas.
Ando com sorrisos em canto de boca.
Ando relendo Nelson diariamente.
Ando com medo de parecer um monstro.
Ando tentando disfarçar.
Ando me achando um puto.
Ando procurando minha maldade.
Ando me auto sabotando.
Ando fugindo de compromissos.
Ando com saudade daquele de antes.
Ando pensando isso hoje, amanha, pode ser outra historia.

Era pra ser um curta...

Talvez você ache tudo isso engraçado, ou até se identifique ao ler a meia duzia de coisas que seguem depois dessa.

Ou bem mais que meia duzia. Mais.

Mas só ela sabe a sensação de se deparar com a roda que gira gigante. E o quanto ela esperou, e o que ela passou pra ver girar.

A gente costuma dar valores pequenos as coisas de grande espécie. Ela não.

Ao se indagar pensando, jurava ela ter alucinações com uma dor que á atingia as articulações,turva a vista.

E o palco desse delirio era- como não poderia deixar de ser, o seu interior.

Que desde o nascimento de seus pensamentos, tinha enterrado todos os contornos existentes já deparados. Por um momento, só por um momento, teve vontade de bater na boca com as costas da mão.

E então, finalmente vestida, ela parou para pensar no que a afligia, como uma autopsia.

Cansada de si mesma, prometeu que iria dar um jeito, no jeito de viver.

Contarei por aqui, o dia em que Brunella acordou, e resolveu renomear o mundo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pra Constar.

Assim que chegou em casa e tirou a chave da porta, pensava na possibilidade de uma proxima ligaçao.
Era a setima semana de desespero, sem contar com aquela quinta feira que se embebedou e esqueceu dos males por algumas poucas horas.
Tirou da sacola de plastico um caixa de bis branco e prostrou-se a come-los como hostias anti depressivas, nada melhor do que o bom e velho chocolate para acalmar os animos.
Resolveu nem ligar a tv,de certo ia se deparar com a Lagoa Azul ou com a falsa simpatia de qualquer apresentadora global, pelo horario cruzaria seu animo com a garota de pinta na perna que nao se encaixa em nada da grade e brinca de recreaçao com celebridades instantaneas.
Ligou o som e para a sua surpresa ouvia algo para alimentar a lembraça do carma.
Ascendeu um cigarro, o apagou. Resolveu reascende-lo mas ja estava amargo de arder as vistas, o colirio na gavetinha da estante vencera em maio do ano passado.
A paciencia que ja tinha passado do limite a levou ao murro no braço do sofa.
"Que morra lentamente o filho da puta e se possivel, na minha frente, assim."
Se rendeu a pinta na perna, pegou o controle e elevou ao 38 pra que o audio cobrisse o grito da criança do segundo andar, deitou-se e reascendeu, mesmo amargo.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Plataforma 2


Não costumo postar esse tipo de texto, mas se fez necessário...


(É uma plataforma de uma estação, ambos correram mas não chegaram a tempo, estão cada um com sua mala na mão, ficam parados um bom tempo até o fim do som do trem indo embora.

Silêncio. Ascende um foco revelando o único banco da plataforma. É um banco normal, mas as pernas são duas mãos ao contrário, apoiando, silêncio. Ele começa a chorar, baixo)


Ela (percebendo, se afasta um pouco no banco)


Ele (continua)


Ela (pensa, procura nos bolsos um lenço, acha.) Moço?


Ele- Obrigado.


Silêncio.


Ela- É incrível como faz barulho.


Ele (ainda com uma tristeza) O que?


Ela- O trem.


Ele- (sorri cabisbaixo)


Ela- O farol fechou duas vezes.


Ele (tentando entender)


Ela- Ele saiu e eu ia chegando.


Ele- O trem, você fala?


Ela (percebendo que pensou alto demais) É, o trem.


Ele- Tambem perdi.


Ela- O que?


Ele- O trem.


Ela- Prazer, Menina.


Ele- Como?


Ela- Menina.


Ele- Seu nome?


Ela- Meu.


Ele (da uma leve risada)


Ela- Pode rir, eu sei que é estranho se chamar menina.


Ele- Não, não é isso.


Ela- Menina é diferente eu sei.


Ele- Bem diferente.


Ela- Será que o próximo demora?


Ele- Deveria vir de quinze em quinze minutos.


Ela- Deveria, deveria tanta coisa.


Ele- Vai viajar?


Ela- De certa forma, sim. E você?


Ele- Não sei mais.


Ela- Desistiu quando chegou?


Ele- Não, na verdade já desisti algum tempo.


Ela (abre um sorriso diferente, impar, talvez um sorriso que nem eu tenha visto)


Ele- Esfriou.


Ela- Isso também já faz um tempo.


Ele (sem entender)


Ela- Tenho esse chachecol...


Ele-...não precisa.


Ela- Pega. Pode por.


Ele- Mas ta frio!


Ela- Então?


Ele- Mas e você?


Ela- Eu gosto de ficar com pescoço pelado (ri)


Ele (aceita, sopra a mão se aquecendo)


Ela (tira uma barra de chocolate do bolso) Quer?

Ele- Amargo?


Ela- Meio amargo, servido?


Ele- Você tem tudo nessa bolsa!


Ela- Nem tudo.


(Silêncio)


Ele (estende a mão, esperando um pedaço)


Ela- Eu prefiro branco.


(Barulho de trem. Silêncio. Ele levanta, o trem passa)


Ela- Desistiu outra vez?


Ele- Não sei se vale à pena.


Ela- É, sei como é.


Ele- O farol também fechou duas vezes antes de...


Ela (admirada com o chocolate)- Eles deveriam fazer maiores desse, nem parece meio amargo.


Ele- Pois é, deveriam.


Ela- O que você leva na mala? Parece bem pequena pra uma viagem.


Ele- Ia ser rápido.


Ela- Hum.


Ele (olhando a dela)- Grande.


Ela- Não sou de determinar tempo. Poderia ser mais que duas semanas.


Ele- Por que você também não embarcou?


Ela- Embarquei. A dois trens atrás.


Ele- Você é estranha.


Ela- Pensei isso assim que te vi.


Ele- Ah, pensou?


Ela- Pensei. Tive certeza quando você aceitou o cachecol.


Ele-...


Ela- Uma estranha te oferece um cachecol e você aceita...


Ele- Você insistiu.


Ela- Insisti.


Ele- Então?


Ela- Não é estranho?


Ele- Não. Estranho é ficar aqui, conversando...


Ela- ...com alguém que não se conhece e tentando criar coragem pra entrar no próximo trem.


Ele- É. Pois é. (pega a mala e vai como se fosse embora. Ele, de costas, para.)


Ela (Como se já esperasse que ele não fosse embora, sem vê-lo) Pode ficar com o cachecol.


Ele- Eu vou no próximo.


Ela- Eu também (tempo) Quem sabe. Já veio aqui outras vezes?


Ele- Às vezes. Poucas. Quando necessário.


Ela- Hum.


Ele- Não entendi.


Ela- Eu venho aqui todos os dias.


(Voz em off)


Trem estacionado na plataforma 1, não prestara serviço


Ele (rindo)


Ela- Todo santo dia.


Ele- Você ta brincando.


Ela- Não.


Ele- Todo dia?


Ela- Todo dia desde o ultimo que eu consegui dormir.


Ele- E depois eu que sou estranho.


Ela- Eu não disse que eu não era.


Ele- E vem por que?


Ela- Pelo mesmo motivo que você veio e começará a vir se não embarcar no próximo.


Ele- Qual motivo?


Ela – O que te tirou o sono.


Ele- Você pode ser mais clara, desconhecida?


Ela- Posso. Mas o desconhecido aqui é você!


Ele- Eu?


Ela- Até agora não me disse seu nome.


Ele- Você não sabe de tudo?


Ela- Você acha que se eu soubesse voltaria aqui todos os dias?


Ele (levanta)- Você é muito diferente.


Ela- Então melhorou pra quem era estranha.


Ele (ri)


Ela (pegando a mala no colo) Amanhã eu trago menos coisa.


Ele- Você volta mesmo todos os dias?


Ela- Uhum.


Ele- Já se perguntou porque não embarca:?

Ela- Já.


Ele- E então?


Ela- Na verdade me pergunto todos os dias. Espero saber no dia seguinte, mas.


Ele- Você não sabe.


Ela- Não, não sabemos.


(Barulho de trem, a cena anterior a passagem do trem se repete)


Ela- Demorou esse né?


Ele- É. Passou de quinze minutos.


Ela- Ta vendo. A gente nunca sabe se deve ir.


Ele- Você acha que eu vou acabar voltando aqui todos os dias?


Ela- Eu não acho nada.


Ele- Parecia bem mais fácil...


Ela- Mas é, a gente que complica. Tem coisa que já tem peso demais.


Ele- É, tem.


Ela- É uma mania, entende?


Ele- Isso é ridiculo.


Ela- Ridículo mesmo. Mas algumas manias precisam ir embora. Se não vão porque mandamos, vão de trem.


(Barulho de trem novamente. Agora, ele nem se levanta. O trem passa)


Ela- Não da pra saber quando vão passar, esse foi menos tempo que o outro. Era maior, percebeu?

Ele- Não.


Ela- O trem era maior, mais vagões, enfim. Eu sou estranha mesmo (ri)


Ele- Pra você que vem pra cá todo santo dia, deve ter diferença um do outro mesmo.


Ela- Não muita, não. Alguns demoram mais pra passar, questão de segundos. São pouco maiores. Eu gosto de ver os de carga, passam rápido. Gosto do barulho. (imita) Tum dum, Tum dum, Tum...


Ele- É.


Ela- Queria outro chocolate.


Ele (brincando)- Não tem mais ai na bolsa que cabe o mundo?


Ela (mexendo)- Só balas, caneta, meu cigarro. Mas aqui dentro não pode fumar.


Ele- Um vicio compensa o outro.


Ela- Pois é moço estranho.


(silêncio)


Ele- Eu vou indo.


Ela- Já?


Ele- Já sim. Eu pensei melhor e acho que não vou.


Ela- Talvez você já sabia que não iria. Eu tive essa certeza quando o segundo farol fechou e não cheguei a tempo.


Ele- Talvez. (tirando o cachecol) Obrigado!


Ela- Que isso, desculpa as brincadeiras.


Ele- Relaxa. Tchau.


(Ele sai)


Ela- Tchau. Até amanhã.

Antônio Nicodemo


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O "Fazer Teatro"


Peço licença pela falta de poética mas algumas coisas ganham outros pesos com o passar do tempo.

Parece que comecei a treinar a fala e perder a escrita, ou me cansei de esconder em uma delas, talvez nas duas.

Descobri que tem coisas que realmente não suporto, tempos que não admito, pensamentos que me cansam, idéias que não compactuo.

Nisso tudo, junto com o grande bom clichê do “leve como aprendizado”, me indago porque determinadas coisas ainda continuam na manivela.

Qual o tamanho da minha culpa nessa situação de paciência em conta gotas?

Percebo ao meu redor pessoas que a unica coisa que querem é continuar o seu trabalho de maneira digna e ética.

Talvez o alvorosso venha de não sermos artistas de fim de semana, somente?

Alguns se escondem atras do titulo de arte educador, outro atras da moita de produtor cultural, outros acham que ser provocador, no sentindo NEGATIVISSISSISSISSISSISSISSISSIMO da palavra é ser genial!

Concordo com uma amiga que diz que talvez uma das nossas maiores frustrações como artistas, seja exatamente no momento que você percebe que lhe dar com eles, nem sempre é questão de sensibilidade, em alguns casos, como os que eu ando observando sobre força e a mordaça do “manter relações”, a coisa é bem diferente. São quase patrões ou como todo setor publico ou privado, onde se bate cartão, a unica coisa que importa é “quem vai se dar mal nessa semana”.

Não acredito na arte competitiva.

Não acredito na arte difamatória.

Não acredito em falsos coletivos.

Não acredito em arte de fim de semana.

Não acredito em boas ideias com gente errada.

Não acredito em falsos parceiros.

E agora muito menos, na mudança de algumas posturas.

Mas acredito que seja a hora de erguer a minha, sempre com etica e honestidade, que é uma coisa que sempre zelei, e que Claudia Apostolo fez o favor de pontuar e injetar no meu pensamento como artista.
Eu continuarei previligiando meus verdadeiros parceiros, que são muitos tanto em minha região como na metropole, esses sim querem trabalhar e não saem por ai a favor de demitir sem justa causa o meu trabalho e dos que comigo pensam.

De hoje em diante, passarei na peneira quem eu quero perdo de mim e dos meus.
Pelo menos isso.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Todo santo dia



O tempo andava sendo seu maior medo.
Ela estava encantada com o tudo novo que chegara no quase nada de esperança que ainda restava.
Queria se encharcar com esse novo mundo, descobrir as cores, os medos.
Gostava de lembrar o tom da voz, o sorriso, a sombra que fazia no rosto, com a luz que vinha da janela.
Tinha tomado seus pensamentos, não passava um dia se quer sem que a saudade virasse amiga de infância numa sensação quase cinematografica da espera.
Sorriu!
Ela esta apaixonada, e isso, basta.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

PAR

Partiria de outro ponto.
Era santa demais pra se deixar guardada.
Variava somente as sextas depois que os recados sumiram da secretaria eletrônica.
Resolveu se mudar.
Encaixotou as pelucias e pulou oito quarteirões de onde estava.
Trocou a mobilia, a louça e o papel de parede da sala.
Queimou as fotos e fingiu que perdeu as cartas.

Passar(ei)

Querida
Você sabe como doi guardar tanta alma, talvez seja o momento do primeiro grito.
Semanas atras, um pouco antes do outono estive na rua de casa mais uma vez, e mais uma vez não tive coragem de tocar o sino.
Chovia tanto que a unica coisa que eu pensava era no que eu tinha feito.
Eu preciso do seu ódio, e você sabe o quanto.
Eu não viveria com alguem como eu do lado, muito menos na memoria.]
É chegada a hora do primeiro grito!
Talvez você me perdoe, talvez não.
Talvez me responda a carta, talvez não.
Talvez me ligue no fim dela, talvez não.
Eu só quero que você fique em paz, que é algo que não tenho.
Parabéns pelo bebe, saúde pra vocês.
Desculpa por ter amado facil demais, e como um bom filho da puta que sou, e nunca escondi, sempre disse que as coisas passam e você passou.
Um abraço e um beijo daqueles com gosto do seu café forte.
Ps: Adorei a nova cor da casa, ele tem muito bom gosto.